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| Foto reprodução Youtube Internacional |
O início de uma nova temporada acende a chama no torcedor colorado, mas a fome por títulos relevantes transforma a esperança em uma exigência. Nesse cenário, a chegada de uma nova liderança para o departamento de futebol não é apenas uma mudança de rotina; é um movimento que sinaliza uma mudança de rota estratégica. Vinte anos depois de erguer as maiores taças do mundo como atleta, Fabinho Soldado retorna ao Beira-Rio.
Apresentado oficialmente como o novo diretor-executivo do Inter, ele não é apenas mais um gestor no mercado da bola. Sua nomeação é um resgate histórico e uma aposta calculada no futuro. Entenda os quatro pontos cruciais que definem a sua chegada.
Fabinho Soldado não é um executivo alheio à mística do clube que agora comanda. Ele foi o volante do time em 2006, um ano cravado em ouro na memória colorada, sendo peça importante nas conquistas da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes. Em um clube que busca reencontrar a regularidade em decisões, a chegada de um gestor que viveu a glória máxima no campo não é apenas simbólica; é uma injeção de DNA vitorioso na própria estrutura de comando — uma mentalidade que a diretoria aposta ser o antídoto para a instabilidade recente.
A chegada de Fabinho ao cargo não foi um acaso. Conforme revelado em sua apresentação, este não foi o primeiro convite feito pelo Internacional, o que demonstra que sua contratação foi a concretização de um desejo mútuo que finalmente se alinhou. Essa persistência do clube sinaliza o quão alto é o valor atribuído à sua figura, não apenas pela competência, mas por algo que o dinheiro não compra: uma conexão emocional profunda com o clube.
Consigo ter a realização de estar em um clube que eu conheço muito bem. Conquistei grandes coisas aqui. Memória super vencedora. O Beira-Rio traz esperança.
Essa mentalidade, que o transforma em um guardião da cultura vitoriosa do clube, é o seu principal ativo intangível, um diferencial crucial para contaminar positivamente o ambiente para os desafios da temporada.
Apesar de todo o simbolismo, a função de Fabinho Soldado assume um protagonismo imediato e prático. Sua primeira tarefa é "dar andamento às contratações do Colorado", uma missão que o coloca à prova desde o primeiro dia, sem tempo para adaptação. Sua passagem recente pelo Corinthians o credencia com experiência em um dos mercados mais voláteis e de alta pressão do futebol brasileiro, garantindo que ele chegue não apenas com a mística do passado, mas com o pragmatismo afiado exigido pelo presente para fortalecer o elenco para os desafios da temporada que se inicia.
Fonte GZH
"Consigo ter a realização de estar num clube que eu conheço muito bem, tenho um carinho enorme, conquistei grandes títulos aqui. A memória super vencedora, trazer a memória que nós traz esperança"
"Eu tenho contrato de 1 ano, é muito pouco né para terminar um processo"
"Aquilo que nós identificamos como carência junto com o Paulo. Nós já estamos a todo o vapor a tentar o quanto antes ir atrás desse nome para que ele possa chegar e se incorporar a esse elenco"
"Futebol tem hora que nao cabe muito discurso bonito. Tem hora que você precisa ser prático e objetivo"
Fonte X Radio Grenal
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O CONTEÚDO NO TEXTO ACIMA REFLETE O PENSAMENTO DO ESCRITOR E NÃO DO BARCOLORADO!
