Em um ano tempestivo, alguns dias de sol surgiram






CORINTHIANS x INTERNACIONAL - 19/04/2017
ARENA CORINTHIANS
QUARTA RODADA DA COPA DO BRASIL


Sabe aquela velha frase: “Nossa parece até que ganharam um campeonato!”, ela é usada quando uma torcida comemora com muito calor uma vitória ou até mesmo um fracasso de seu rival. Aqui no sul é assim e eu por várias vezes já ouvi, só que neste ano, a frase ganhou um gostinho especial e foi no dia 19 de abril de 2017, quando calamos a boca de muitos, desclassificando o agora Heptacampeão Corinthians na Copa do Brasil. Essa quarta-feira entrará para a minha lista de “Jogos Inesquecíveis” e ficará marcada pelo sentimento de revanche que invadiu e transbordou por todo o meu corpo.
    
Inter e Corinthians já haviam se enfrentado no dia 12 de abril, no Beira Rio, e o primeiro jogo deste confronto terminou empatado em 1 a 1. Os gols da partida ficaram por conta de Romero aos 53 minutos e Dourado, aos 57.
Algo me dizia que o jogo da volta seria frenético, e foi! Naquela quarta passei o dia inteiro tensa, quando queria relaxar e pensar em outra coisa, bastava abrir os app’s de mensagens ou as redes sociais, que a tensão e a expectativa voltavam. Quando a noite chegou e eu finalmente sentei no sofá, lembro de resmungar comigo mesmo “Seja o que DEUS quiser”.


Logo no início da partida, o alvinegro que tinha a vantagem de empatar sem gols, abriu o placar. Minha reação foi das piores, coloquei a mão na boca e dali saíram alguns palavrões baixinhos, disfarçados para que minha filha não ouvisse, foi como levar um balde de água fria! CARACA aos 7 minutos... Porém, o Inter não baixou a cabeça, isso me fez voltar para o jogo e ACREDITAR que poderíamos ainda assim vencer. E a partida foi desenrolando com o Corinthians jogando por um contra-ataque e nós colorados,  com a posse da bola, tentando furar a retranca. O cenário do segundo tempo se mostrava o mesmo e aos 26 minutos o gol gaúcho enfim saiu. Brenner cabeceou forte, Cássio deu o rebote, Nico Lopez aproveitou batendo forte, Fagner ainda tentou tirar a bola e acabou marcando contra.
Os minutos finais foram angustiantes, meu coração parecia estar em uma montanha-russa. Quando os pênaltis chegaram eu já estava exausta, rouca, mas lembro de renovar as energias ao ver os goleiros se dirigindo à meta, Cássio concentrado com a cabeça baixa e Marcelo Lomba de cabeça erguida com os braços abertos, totalmente entregue à sua oração.



O Inter começou batendo, Brenner abriu o placar. Do outro lado, Jackson também converteu. Tudo certo até ali e eu andando de um lado para o outro em minha sala. Enquanto isso, Willian sob forte vaia errou a penalidade batendo para fora. Maycon foi para a marca do pênalti, escolheu um canto, bateu e Lomba pegou. Voltamos com Valdívia, que chutou forte no canto e fez o seu, Jô por sua vez, tomou distância e também marcou. Até agora estava tudo igual: 2 x 2. Cuesta sem perder tempo, sentou o pé e garantiu mais um, Marquinhos Gabriel tentou e esbarrou nos pés do goleiro Lomba. As coisas começavam a brilhar, eu enlouquecida já não conseguia ficar apenas na sala, estava do lado de fora aos gritos, quando Leo Ortiz errou. Nossa, essa noite parecia não ter fim! Fagner entrou com a chance de empatar a partida e marcou, dando sequência aos pênaltis. Credo, quantos estavam acompanhando esse jogo naquela noite, quanta luta naquela Arena...
Anselmo se apresentou, deu uma paradinha e converteu virando o jogo para os Colorados. Arana foi para a disputa e com seu chute para fora, jogou a vaga para o alto. A partir daí, nenhum vizinho pôde dormir mais, pois a única coisa que saia de minha boca era:




CHUPA CORINTHIANS
AQUI É INTER
O MAIOR DO SUL
KIBIBIURURURU!



Que sensação gostosa eu pude sentir! Poxa vida, meu time desmoralizado pelo rebaixamento, pode finalmente mostrar que é GIGANTE e que sempre vai ser, ande por onde andar!
Obrigada Sport Club Internacional por proporcionar a nós torcedores momentos únicos como este, afinal em meio a uma tempestade tivemos um lindo dia de sol.


Pelear sempre, este é o lema colorado e com ele vou vivendo meus dias...
Texto  enviado Por Alice Bernardo, colorada apaixonada!





Uma mulher e um destino, a Presidência do Sport Club Internacional!

Alzira Feijó Medeiros:
Filha, irmã, esposa e mãe de presidentes do Inter

Como é a vida da mulher que vê, há 80 anos,
os meandros do clube do coração ser comandado
por familiares


 A história do Inter passou pela sala de Alzira Feijó Medeiros. Filha, irmã, esposa e mãe de presidentes colorados, ninguém mais do que ela viveu os meandros do clube nos últimos 80 anos. Do Rolo Compressor à volta à elite, passando pelo título brasileiro invicto e pelo tetra que bateu na porta, a memória vermelha teve o olhar dela. Ou, até mesmo, seus pitacos.
Quando Alzira completou sete anos, seu pai assumiu a presidência do Inter. Afonso Paulo Feijó era o mandatário colorado em 30 de setembro de 1945, dia em que o Inter ganhou o Gre-Nal de número 89, ultrapassou o rival em número de vitórias e nunca mais perdeu a hegemonia. Era o auge do Rolo Compressor, time que conquistou oito campeonatos em nove anos, o primeiro hexacampeão gaúcho da história. 
— Ivo; Alfeu e Nena; Assis, Ávila e Abigail; Tesourinha, Russinho, Vilalba, Rui e Carlitos. Me lembro de repetir isso, mesmo sem saber o que era. Ficava na memória, de tanto que diziam. Só depois fui entender. Via dirigentes do Inter lá em casa, conversavam. Mas eram outros tempos, imagina se meu pai ia me deixar participar de alguma coisa, sendo menina e criança — recorda Alzira, voz firme, memória plena e olhar atento, medindo as palavras.
O pai seguiu atuando no Inter, mas sem o cargo maior. A permanência trouxe uma amizade para a família, com Larry Pinto de Faria, um dos maiores jogadores da história do Rio Grande do Sul. E o tempo também ajudou Alzira a interferir, ainda que involuntariamente, no clube. 
Na adolescência, ela iniciou um flerte com um amigo de seu irmão, Marcelo Feijó. Gilberto Medeiros gostava de jogar bola nos tempos que o bairro Moinhos de Vento tinha campinhos nas esquinas. Começaram a sair. O namorado se tornou o grande amigo de Marcelo Feijó. Colorados, contaram com a bênção de Afonso Paulo Feijó para assumir cargos na direção. 
Ser mulher naquele período inibia qualquer opinião sobre futebol. Também alegava desconhecimento. Só tinha uma posição firme: Valdomiro era um craque. Hoje, é fácil dizer isso, mas vá dizer essa frase no final dos anos 1960, quando o camisa 7 era vaiado a cada toque na bola.

— Sempre apoiei ele. Mesmo quando todo mundo vaiava, eu acreditava. Ele tinha muita qualidade, quando chegava à linha de fundo, fazia cruzamentos perfeitos — derrete-se.
Pois o tempo lhe deu razão. Em 1978, o irmão de Alzira foi eleito presidente colorado. E Valdomiro fez o primeiro ano ser vitorioso. O camisa 7 marcou os dois gols no Gre-Nal que decidiu o Gauchão. No ano seguinte, o ponteiro direito foi o protagonista de uma das maiores glórias coloradas, o Brasileiro invicto.
O namoro de Alzira com Gilberto havia virado casamento em 1959. A amizade de Gilberto com o cunhado Marcelo virou missão em 1986. Com um Inter afundado em dívidas, ninguém quis assumir o compromisso de comandar o clube naquele ano. Só Gilberto aceitou. Aclamado presidente, saiu-se com a célebre frase, de que tinha chegado para pagar títulos e não conquistá-los. Mesmo assim, chegou à decisão do Brasileirão de 1987, perdendo a final para o Flamengo de Zico.
— Ele tinha uma característica interessante. Enfrentava todos os problemas do Inter lá no Inter. Em casa, mudava completamente. Era tranquilão. Mas sabe que era uma pressão tão grande que ele perdia o sono. Nem no dia que chegou em casa e me disse: "Estou com câncer", meu marido perdeu o sono. Só o vi ter insônia quando foi presidente do Inter. 
Se o assunto na casa dos Feijó Medeiros já era o Inter naturalmente, com os novos cargos, o futebol dominou tudo. Alzira não teve alternativa.
— É minha família, não queria ficar de fora de nada. Então comecei a ouvir todos os programas esportivos, ler os jornais, acompanhar os colunistas. Aprendi tudo o que podia. E aumentei a frequência no estádio, que ia desde os tempos dos Eucaliptos. 
Essa frequência no Inter lhe trouxe vários amigos. E, principalmente, amigas. Com esposas de dirigentes e atletas e outras tantas mulheres, foi uma das fundadoras do Centro Feminino de Assistência Social do Internacional (Cefasi). O grupo criou diversas ações beneficentes, e o auge eram os desfiles dos atletas com as roupas das Lojas Dallegrave, a mais glamourosa de Porto Alegre. Nesses eventos, arrecadavam fundos para doações a pessoas carentes. 
A presença no estádio gerou histórias divertidas. Uma delas foi depois que Gilberto saiu da presidência e, a convite de Pedro Paulo Zachia, aceitou ser vice de futebol (contrariando a orientação de Alzira). Apesar da desobediência do marido, o importante é apoiar a família, e lá foi ela foi ao Beira-Rio em uma de tantas tardes: 

— Estávamos no elevador Arthur Dallegrave, Figueroa, um homem que nunca tinha visto e eu. Esse homem falou: "Dallegrave, não tem cabimento o Gilberto voltar". Concordei. Ele insistiu: "Ele está velho, ultrapassado". Concordei de novo. Então ele disse: "Suspeito até da honestidade dele". Daí não aguentei e parti para cima. Ah, não. Gilberto podia ser qualquer coisa, mas desonesto ele não era. Figueroa e Dallegrave me seguraram e quando a porta do elevador abriu ele foi embora. Nunca mais voltei a vê-lo, nem sei quem é.Reprodução / Arquivo Pessoal


Alzira já havia passado pelo estresse de ser filha, irmã e esposa de presidentes. Mas sabia que o pior estava por vir. Ligado ao Inter desde a infância, Marcelo Feijó Medeiros começava a participar ativamente da política do clube. Era quase natural. Foi diretor, vice-presidente e, então, candidato à presidência. De cara, a mãe foi contra. Para ela, a família já tinha se doado demais ao clube. Mas o filho não a escutou. Como, aliás, ela faz questão de dizer, repetia uma atitude da adolescência. Marcelo era um jovem inquieto, para usar um eufemismo. Coleciona cicatrizes de acidentes de futebol, brincadeiras e, claro, surfe ("Olha só o que ele foi inventar", ela diz). 
Valdir Friolin / Agencia RBS
Com o irmão, Marcelo, em uma campanha de Fernando Carvalho
Os dois são bastante ligados. Quando passou na UFRGS para o curso de Direito e arrumou uns trocados em seus primeiros empregos, Marcelo se deu de presente uma viagem "para aprender inglês". A história é conhecida. O agora presidente do Inter passou meio ano na África do Sul entre ondas e festas. Depois, resolveu que ia rodar pela Europa. Alzira, então, encontrou a dona Azize Falcão, mãe de Paulo Roberto. Pediu que ela, se pudesse, ajudasse a dar uma olhada no filho, que estaria em Roma por alguns dias. Azize fez Marcelo morar com eles por dois meses. Assim, ao menos, ele poderia manter contatos mais frequentes — e não só as respostas para as cartas que trocavam esporadicamente anteriormente. 
A ligação se estendeu ao Inter. Marcelo levou a mãe para Yokohama em 2006, para o Torneio de Dubai de 2008. "A mãe é pé quente", era a desculpa oficial. Nem a derrota no Mundial de 2010 apagou essa imagem. "Não se pode ganhar todas, né?", ele brinca. 
Ligação aliás, foi o que fez Marcelo tremer. Na 26ª rodada do Brasileirão de 2016, o Inter perdeu para o América-MG com um gol de nuca aos 46 minutos do segundo tempo. O então candidato estava em casa quando seu telefone tocou. Era Alzira.
Anderson Fetter / Agencia RBS
Alzira com o filho Marcelo, atual presidente do Inter
— Falei: "Quero que desistas agora mesmo dessa história de ser presidente. Nós vamos cair e não criei filho para comandar o Inter na Segunda Divisão". Ele tentou me convencer que não pode ser colorado só na boa. Aquele papinho manso de filho. Vocês sabem. Quando vi, estava de novo no pátio — relembra Alzira, que insiste para que o filho não concorra mais à eleição.
Talvez pela proximidade — o tempo é sempre um inimigo da análise —, Alzira não tem dúvidas quando a pergunta mais óbvia da entrevista é feita. Afinal, o que é mais difícil: ser filha, irmã, esposa ou mãe de presidentes do Inter?
— Foi crescendo, sabe? Na época do meu pai, não tínhamos tantas notícias, meu pai era mais fechado. Com meu irmão também. O Gilberto conseguia até separar as coisas, mesmo sabendo o quanto complicado foi. Mas o Marcelo não consegue. Ele traz para casa, divide comigo, fala. Acho que por isso sofro mais hoje. 
O diálogo final da entrevista foi assim:
— Não tem mais herdeiros dos Feijó Medeiros? — pergunto.
— Só tenho netas. E elas não são muito ligadas. Só a enteada do Marcelo é louca pelo Inter. Frequenta treinos, lê, acompanha. Mas espero que ela não vá por esse caminho. Nossa família já fez muito — ela rebate.
— A senhora tem noção do quanto influenciou na história do Inter? — indago. 
— Influenciar acho que não. Sou um elo entre eles, mas não sei se influenciei — responde.
— Mas se a senhora não tivesse casado com o Gilberto, talvez ele não tivesse sido presidente do Inter — continuo.
— Ah, acho que teria. Ele era muito colorado — despista.
— Mas não teria sido cunhado de um presidente, dona Alzira. Além disso, ele poderia ter conhecido outra pessoa. Imagina se uma gremista — insisto.
— Ele não teria tanto mau gosto — ela finaliza, às gargalhadas.
Fonte:RAFAEL DIVERIO

O Centro de Treinamento do Sport Club Internacional - Hype Studio


Hype Studio: Centro de treinamento, Guaíba, RS


DEFRONTE AO ESTÁDIO, CT FICARÁ JUNTO À MARGEM DO GUAÍBA


O CENTRO DE TREINAMENTO (CT) DO SPORT CLUB INTERNACIONAL SERÁ CONSTRUÍDO EM GUAÍBA (RS), EM TERRENO QUE FICA NA MARGEM DO RIO DO MESMO NOME, PRATICAMENTE DEFRONTE AO BEIRA-RIO, ESTÁDIO DO CLUBE EM PORTO ALEGRE. NO PRINCIPAL CONJUNTO DO CT, TRÊS BARRAS SÃO CONECTADAS PELO CAMPO DE GRAMA SINTÉTICA COBERTO. PÍER PARA RECEBER CATAMARÃ QUE LIGARÁ PORTO ALEGRE E GUAÍBA É PARTE DA INTERVENÇÃO

Autor do projeto de modernização do Beira-Rio, o Hype Studio voltou a trabalhar para o Sport Club Internacional, proprietário do estádio que recebeu, em Porto Alegre, as partidas da Copa do Mundo de 2014. Dessa vez, o escritório foi o responsável pelo desenho do Centro de Treinamento (CT) que o clube planeja construir em Guaíba, na região metropolitana da capital gaúcha. Reportagens publicadas pela imprensa local no segundo semestre do ano passado informavam que o Internacional buscava parceiros para dar início à obra ainda em 2018.
As tratativas com a prefeitura para encontrar uma área que pudesse receber o CT começaram em 2009 e foram concluídas em 2014 em torno do atual terreno que fica na avenida Ismael Chaves Barcellos, quase na divisa de Guaíba com Eldorado do Sul, junto à margem do rio Guaíba, praticamente defronte ao estádio da capital. Em 2015, os arquitetos do Hype Studio começaram a trabalhar no projeto. Em março de 2016, o complexo recebeu licença prévia da Fundação Estadual de Proteção Ambiental e, em 2017, teve concedida a licença de instalação.
Para os arquitetos, a premissa era conciliar os interesses do clube – que contará com instalações para as categorias de base (como são chamados os atletas formados no clube), profissionais e funcionários – e os da população, condições que definiram o programa de necessidades. O terreno de Guaíba, informa a equipe, mede 88 hectares.
Desse total, 47 são áreas de preservação permanente e, nas outras 41, existem 45 figueiras que são imunes ao corte. A legislação também impede construir num raio de 50 metros dessas árvores. Essas situações tornaram ainda mais complexa a acomodação do extenso programa, relata a equipe.
O masterplan determinou a implantação dos quatro espaços que serão destinados à população local e usuários externos, na porção sul do terreno: uma escola que atenderá aos atletas da base e à comunidade; um hotel que ampliará a oferta de hospedagem em Guaíba; um píer para catamarã (para permitir a conexão aquática entre o CT, em Guaíba, e o estádio, em Porto Alegre); e um estacionamento (externo) que também poderá ser usado pelo público.
Próximo dessas construções, junto à entrada do CT, foi posicionado o edifício (com acesso livre) onde serão recepcionados os visitantes e a imprensa. Na sequência, haverá um pequeno estádio, com capacidade para 2.500 torcedores – trata-se de um espaço controlado, porém acessível ao público se o clube considerar conveniente. Após o estádio, o acesso passa a ser controlado, ou seja, só entram na área os atletas e funcionários do clube. É nesse setor que o projeto alocou o principal conjunto do centro de treinamento, segundo avaliação dos integrantes do Hype.
O conjunto possui uma planta em U, constituída por três barras independentes (cada uma com três pavimentos). A primeira reúne todas as instalações para os atletas da base; a segunda atende ao grupo profissional; a barra intermediária acomoda a infraestrutura que serve a todos os atletas (centro médico, salas técnicas e refeitório). Na parte central do U, existe um campo de grama sintética, coberto, que conecta as três barras e traz a percepção visual de que o conjunto de treinamento é um edifício único.
Quando concluído, o CT contará com 14 campos de futebol de dimensões oficiais, dois campos de treinamentos específicos para os goleiros, além do campo coberto. Vestiários, academias, áreas técnicas, administrativas e espaços de apoio também fazem parte do programa. Auditório, estúdio de TV, cafeteria para atender às famílias dos atletas da base em dias de visita e uma estação de tratamento de efluentes completam as instalações do CT.

Hype StudioFernando Balvedi (Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - FAU/UFRGS, 2006), Gabriel Garcia (FAU/ UFRGS, 2006), Jean Grivot (FAU/UFRGS, 2007) e Maurício Santos (FAU/UFRGS, 2007) são sócios do Hype Studio, escritório constituído em 2006 que tem a sua atual sede num charmoso sobrado restaurado na Cidade Baixa, em Porto Alegre.

Ficha Técnica
Centro de Treinamento do Sport Club Internacional 
Início do projeto 2015 
Local Guaíba (RS) 
Área do terreno 880.000 m² 
Área construída 29.000 m² 
Arquitetura e interiores Hype Studio 
Estrutura e fundações Simon Engenharia 
Elétrica Rhima Projetos 
Viário e terraplanagem CJB Engenharia 
Prevenção e proteção contra incêndio Sei Soluções de Incêndio 
Gramados Maristela Kuhn Gramados Esportivos
Texto de Adilson Melendez| Publicada originalmente em Projeto Design na Edição 441


Menino Colorado de 60 milhões de euros!


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Atacante João Gabriel Peglow, de 16 anos, renovou com o Inter até 2021
Atacante João Gabriel Peglow, de 16 anos, renovou com o Inter até 2021..

O nome completo é João Gabriel Martins Peglow, ou apenas Peglow, é um nome ainda pouco conhecido dos torcedores do Inter. Não é para menos, o menino apenas completou 16 anos e assinou seu primeiro vínculo profissional. Internamente, no entanto, ele já é muito famoso.

Considerado uma das maiores promessas recentes da base do clube, o jogador já rompeu as fronteiras do Beira-Rio, Parque Gigante ou CT de Alvorada, onde treina com a base vermelha. Convocado para seleção brasileira Sub-16 esteve em Montaigu, na França, onde disputou quatro jogos com o time nacional no Torneio Mondial Montaigu. Fez três gols e deu duas assistências contra seleções importantes como Portugal, Inglaterra, Rússia e Camarões. Foi o vice-artilheiro do Brasil


Antes havia sido chamado para o Sul-Americano da categoria, onde fez quatro gols e deu quatro assistências, terminando o torneio como artilheiro da seleção. Ainda em Porto Alegre, Peglow viveu um momento importante na carreira de todo atleta, ainda mais os promissores. Renovou seu contrato, com o vínculo deixando de ser amador e passando a ser profissional. Tal tipificação só pode ser vencida quando o jogador completa 16 anos, ocorrido no dia 7 de janeiro. Viu o vínculo ser ampliado até 2021 e a multa rescisória ir para impressionantes 60 milhões de euros (R$ 244,5 milhões). Não é para menos. O Colorado sabe que o jogador está na lista de jogadores acompanhados por uma série de clubes da Europa e o desempenho pela seleção atrai ainda mais olhares sobre ele. A trajetória no Inter começou cedo. Com apenas nove anos chegou ao clube para as escolinhas e foi se destacando etapa após etapa, tanto que repetidamente jogou em categorias acima da sua. Com 16 anos completos recentemente, ele mede 1,75 e atua preferencialmente como centroavante. De volta da seleção, Peglow espera participar do processo de integração dos jovens no elenco do Inter. O primeiro passo é participar de jogos no Sub-23, atual campeão do Brasileiro de Aspirantes. Em seguida ser convocado para treinamentos no time de Odair Hellmann.




Fonte: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2018/04/04/inter-poe-multa-de-r-244-mi-e-renova-com-atacante-de-16-anos-da-selecao.htm

Resumão Bastidores Vitória Colorada e Gools

Internacional 3 x 0 Coritiba créditos:TV inter e twitter Inter