Resumo do jogo - Internacional 1 X 0 Joinvile


FICHA TÉCNICA
Inter (1): Alisson; William, Réver, Juan e Ernando; Rodrigo Dourado, Nilton, Alex (D'Alessandro) e Anderson (Eduardo Sasha); Valdívia (Wellington) e Vitinho. Técnico: Galego
Joinville (0): Agenor; Edson Ratinho, Rafael Donato, Guti e Diego; Naldo, Anselmo, Lucas Crispim (William Popp) (Marion) e Marcelinho Paraíba; Ricardo Bueno (Edigar Junio) e Kempes. Técnico: PC Gusmão
Local: Beira-Rio
Gol: Vitinho, aos 19 minutos da segunda etapa (I)
Arbitragem: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA), auxiliado por Fabiano da Silva Ramires (ES) e Helcio Araujo Neves (PA).
Cartões amarelos: Vitinho (I); Kempes (J) e Marcelinho Paraíba (J)
Público e renda
Pagantes: 19.133
Menores: 1.924
Não pagantes: 1.422
Total: 22.479
Renda: R$ 462.580,00


Uma mudança importante na regra.





                        Uma mudança importante na regra.

“Todo torcedor de futebol é um pouco treinador, jogador, dirigente....”, “Quem nunca pensou em ser jogador de futebol”, estas e outras tantas máximas já foram ouvidas por qualquer pessoa. Em todas as conversas sobre futebol, sempre tem as sugestões de mudanças seja, na fórmula de disputa, seja em outros aspectos.
Pois vou me atrever a sugerir uma mudança na regra do jogo. Sim, eu sei que é muita petulância, mas, como a  mudança começa com o primeiro passo...
Entre os tantos problemas de arbitragem que se nota é a falta de critérios dos árbitros na condução dos jogos. Atualmente, muitos juízes apitam os jogos escondendo-se atrás dos cartões, respaldados por uma nova orientação da  Comissão de arbitragem.
Quantas vezes já vimos jogadores receberem um cartão amarelo no início do jogo e passarem todo o restante do jogo protegendo-se para não receber o segundo cartão e sofrer a consequente expulsão que virá prejudicar seu time? Quantas vezes vimos um jogador fazer duas faltas “para cartão amarelo” e a segunda o juiz simplesmente marcar a falta e apenas advertir o jogador? Estas são duas entre as tantas situações que eu poderia enumerar.
Afim de resolver este problema é que sugiro a alteração na regra do jogo de modo que o jogador possa receber tantos cartões amarelos quantos o juiz ache necessário. Desta forma, teríamos uma arbitragem mais solta para marcar as faltas e punir os jogadores faltosos sem o risco de “prejudicar o espetáculo” na distribuição de cartões. E o que fazer com tantos cartões amarelos? E se um jogador recebesse três cartões amarelos ou mais? A regra continuaria como é hoje: o jogador seria suspenso pelo número de cartões recebidos.
Se um jogador recebesse 4 cartões amarelos, pelas regras de hoje, dois amarelos suspendem o atleta do próximo jogo, neste caso, ele seria suspenso por dois jogos. E assim, sucessivamente.... é matemática pura e simples. O cartão vermelho continuaria com a sua importância.
Provavelmente com esta mudança o juiz ficaria mais livre para apitar os jogos.


Ulisses B. dos Santos

@prof_colorado


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Resumo do jogo - Flamengo 0 X 1 Internacional



FICHA TÉCNICA
FLAMENGO x INTERNACIONAL
Data: 18/10/2015 (domingo)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Héber Roberto Lopes (SC)
Público: 28.786 torcedores (pagantes 24.599)
Renda: R$ 999.707,50
Auxiliares: Bruno Boschilia (PR), Kléber Lúcio Gil (SC)
Cartões amarelos: Paulão (INT)
Gols: Ernando, aos 18 min do 1ºT.
FLAMENGO: Paulo Victor; Pará, Cesar, Samir e Jorge; Márcio Araújo, Canteros (Kayke), Alan Patrick e Éverton (Paulinho); Emerson (Gabriel) e Guerrero
Técnico: Oswaldo de Oliveira
Internacional: Alisson Becker; William, Paulão, Réver e Ernando; Nilton (Wellington), Rodrigo Dourado, Anderson (Vitinho), Alex (D´Alessandro) e Valdivia; Lisandro Lopez
Técnico: Argel Fucks


Fonte: ESPN 'Inter vence confronto direto pelo G-4, e Flamengo ouve vaias no Maracanã'No confronto direto de duas...
Posted by BarColorado on Domingo, 18 de outubro de 2015

Fórmula ideal.





         Fórmula ideal


Desde quando eu me conheço por gente, de tempos em tempos, surgem e desaparecem dirigentes que discutem as fórmulas dos campeonatos. Terreno fértil para os mais amalucados formulismos.
De um lado, aqueles que preferem o chamado “mata-mata”; de outro, os fãs dos “pontos corridos”, todos contra todos. Sempre considerei o sistema de pontos corridos, como é feito, faz muito tempo o campeonato brasileiro, o mais justo, pois acaba por premiar o time mais regular. Fiquem descansados, não irei me referir ao Brasileirão de 2005 -aquele do asterisco na faixa do campeão.
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É claro que, na ânsia de resolver o problema, muitos dirigentes, num surto de “ProfessorPardalice Aguda”, acabam por criar formulismos com quadrangulares, octogonais e outras maluquices. Porque nossos dirigentes não pensam no simples? Temos dirigentes que só defendem uma bandeira: o “mata-mata” como a solução de todos os problemas e usam a justificativa de que a Copa do Brasil é assim e é “o suprassumo da emoção”. Sim, emoção, é? Estou vendo como ganhou em emoção o certame depois que tornou-se “de ano inteiro” e com três fases que não levam a nada, a não ser claro uma possível eliminação de um time de série A ou B por um time “semi-amador”. Neste momento, os amantes do “mata-mata” justificam: “Só no Mata-mata isso ocorre”. E eu comento: “ainda bem!”
A justificativa para um torneio como a Copa do Brasil durar o ano inteiro não cabe aqui, mas acredito que os dignos leitores tenham ideia da razão.
Porém, depois de pesquisar, de conversar com pessoas mais velhas, comecei a ouvir um termo diferente: “Fórmula Fraga”. Fui pesquisar um pouco mais e “Bingo!”. Eis a solução para todos os nossos problemas
Em que consiste a “Fórmula Fraga”: no atual campeonato, os campeões de turnos disputariam, em duas finais, o título e acrescento: o segundo jogo das finais seria no estádio daquele campeão de turno que tivesse conquistado mais pontos no seu turno. A “fórmula fraga” premia regularidade e realiza o desejo daqueles que adoram finais de campeonatos. Deste modo, teríamos preservados “os pontos corridos” e duas finais.
Em condição salomônica, agradaríamos gregos e troianos.

Mas, parece haver pouco interesse em fazer o simples em benefício da maioria.

Ulisses B. dos Santos. professor, blogueiro e sócio colorado.
Twitter @prof_colorado

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Resumo do jogo - Atletico MG 2 X 1 Internacional

Terminou Galo2x1 Inter.Vitoria merecida pois o Atletico jogou mais propos o jogo enquanto o Inter parecia satisfeito com o empate.A nāo ser numa cobrança de falta o Vitor foi pouco exigido.O Inter mostrou espirito de luta mas só isso nåo foi suficiente.Mais uma vez uma pessima exibiçāo do Anderson ,parece desligado nåo participa da partida,apatico mereceu ser substituido.Nessa partida o meiocampo do Inter nāo funcionou muitos errosde passe principalmente depois da saida do Alex.Agora é partir para outra o sonhodo G4 ainda nåo morreu mas agora ficou mais dificil.

É obvio que o penalti do Dourado no primeiro tempo e a falha do Muriel no segundo tempo foram decisivos para a derrota mas sejamos honestos o Inter nada fez para merecer a Vitoria.

Pelas barbas de Jupiter a quem iremos apelar para esse time do Inter ganhar uma partida uma só que seja fora de Casa?

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Melhores momentos: Atlético-MG 2 x 1 Internacional pela 30ª rodada do Brasileirão 2015
Posted by BarColorado on Quarta, 14 de outubro de 2015



Argel
Posted by BarColorado on Quarta, 14 de outubro de 2015

Planejamento É Quando Ganha


PLANEJAMENTO É QUANDO GANHA

               Perder é do jogo. Por melhor e mais bem paga que seja uma equipe de futebol, ela não entra em campo com a garantia de vitória. O torcedor sabe disso aqui no Brasil, na Espanha, na Inglaterra e em qualquer lugar do mundo e esse é um dos maiores atrativos desse esporte.
          Mas antes da vitória ou derrota vir, antes do apito final, o torcedor quer ver ao menos uma equipe organizada em campo, quando isso não acontece as coisas tendem a ficarem tensas. Reclamações, vaias e xingamentos fatalmente são ouvidos no estádio tendo como alvos principais, jogadores e técnico. Até aí tudo normal, porém precisamos lembrar porque esses jogadores e técnico estão lá, representando as nossas cores: foram reunidos pelo Departamento de Futebol Profissional do clube.
          O Departamento de Futebol de um clube precisa primeiro ter um NORTE, ele tem que saber que estilo de futebol a sua equipe vai apresentar, se uma equipe defensiva, ofensiva, equilibrada, se sua proposta será o contra-ataque, posse de bola, se vai explorar a bola parada, etc. Seja lá qual for o estilo de futebol definido pelo DFP, ele precisa adotar um modelo tático e montar uma equipe com as características que lhe permita executar esse modelo.
          A atual gestão do Inter assumiu com toda a pompa que merece, capitaneada por um dirigente campeão em outras épocas, se elegeu prometendo taças baseado em “foco total no futebol”, embora durante a campanha não tivesse definido nem o Vice Presidente de Futebol que foi anunciado após a posse do Presidente.
          Causou estranheza, visto que o por óbvio, qualquer planejamento de futebol em um clube passa primeiramente pela Vice Presidência de Futebol. A consequência disso foi, primeiro, a indefinição do nome do técnico, uma peça-chave desse planejamento, pois é a mente por detrás da engenharia para executar esse modelo de futebol.  Após o mandatário se “indispor” publicamente com uma parcela considerável dos técnicos disponíveis no mercado, Luis Fernando Costa, o Vice indicado, foi iluminado com o nome de Diego Aguirre e o uruguaio foi apresentado como técnico do Inter em 23/12/14. 


Diego Aguirre

          Bom, a partir daí, mesmo que tardio, deveria começar a ser executado o “foco total”, o “planejamento para o futebol”, não é mesmo? A partir daí o Dep de Futebol sentou com Aguirre e debateu, indicou e fez contato com atletas que se encaixem nesse modelo tático, certo? A partir daí usaram ferramentas conhecidas de qualquer adolescente que se interessa minimamente por futebol (como os que jogam Football Manager),  aplicativos que demonstram a performance dos atletas através de números, como Wyscout e Sportscode (ambos disponíveis no clube)? Pela lista de contratados ficou evidente que não, a não ser que o planejamento passe pela recuperação da carreira de alguns atletas. Anderson, Vitinho, Léo, Nilton, Réver,  pouco ou nem atuaram em 2014 (agora temos Moledo se recuperando com contrato no Beira Rio).
          Em decorrência disso, Aguirre teve que encontrar soluções nas categorias de base, o que acabou sendo ótimo para o time e principalmente para os cofres do clube.  A falta de sintonia entre DFP e o trabalho que era feito em campo se mostrou evidente já na primeira apresentação da equipe, em um empate fora de casa contra o Lajeadense, o Presidente teceu várias críticas à formatação tática e inclusive à escalação da equipe. Não parou por aí, em diversas oportunidades o trabalho do técnico e sua comissão era alvo de críticas do próprio clube nas emissoras de rádio.
Com o falecimento do então Vice de Futebol, Luis Fernando Costa, Aguirre passou a ser alvo Nº1 de dirigentes e imprensa, mas apesar de respaldo zero, conseguiu fazer um bom trabalho. Lançando e afirmando jovens, ergueu a Taça do Penta Gaúcho e chegou à 3ª colocação da maior competição do continente, deixando pra trás os outros 4 times brasileiros ditos “mais favoritos”.
(Para comparação: o Tigres, clube que nos eliminou na Libertadores, fez  uma excelente leitura das carências de sua equipe durante a parada da Copa América que culminaram com contratações pontuais como Javier Aquino, Damm e Gignac, estes foram destaques nos dois jogos contra o Inter. O Tigres também procurou se aprimorar fora de campo, deixando à disposição de seus atletas equipamento para “crioterapia”, técnologia moderna para acelerar a recuperação muscular, diminuindo dores e ajudando na cura de eventuais lesões)


Gignac no equipamento da crioterapia 

Sob o pretexto de “criar um fato novo”, uma espécie de feitiço ensinado na “old school” dos dirigentes, o atual Vice de Futebol “finalmente” conseguiu demitir o treinador após a desclassificação do time na semifinal da Libertadores e às vésperas de um Gre-Nal. O Feitiço parece ter se virado contra o feiticeiro, pois o Internacional foi derrotado pelo placar de 5x0., sendo essa a maior tragédia nacional pela qual passou o nosso amado Sport Club Internacional.

          Correu também uma boataria forte sobre o mal preparo físico, inclusive o novo técnico contratado, Argel Fucks, não se furtou em criticar e sem cerimônia alguma apontou como um legado ruim a preparação física deixada pelo uruguaio. Quem viu lembra que o Inter atropelou fisicamente o Corinthians, uns dias depois Argel volta a criticar a preparação física do seu time no programa Bola da Vez e um dia depois, em coletiva após a eliminação na Copa do Brasil em SP, elogia repetidamente a preparação, falou inclusive em “supremacia física” diante do Palmeiras.
          Não quero o mal do Argel, a imagem dele como pessoa é de alguém que lutou muito na vida, um guerreiro, o alvo das críticas não deve ser ele.  Argel estava trabalhando sossegado em SC, no Figueirense, nunca foi conhecido como um inovador tático, muito pelo contrário, talvez por isso tenha sido procurado, pelas suas ideias simples sobre futebol, conceitos que se harmonizam com o pensamento da velha guarda que forma a diretoria do nosso clube. Mesmo não sendo aconselhável em pleno 2015, não está proibido ter conceitos antigos sobre futebol, desde que você trabalhe em prol desses conceitos, porém ficou claro que nem convicção o DFP do Inter tem, visto que Aguirre  e sua comissão técnica pensam um futebol totalmente diferente da comissão técnica de Argel.
         
Algumas coisas a gente não entende e outras nunca saberá, coisas que ocorrem nos bastidores de um clube de futebol, mas pelo que vemos até agora, pelas decisões ou “indecisões” acerca do futebol do Inter e seus rumos, não temos dúvida que o planejamento passou longe do Beira Rio.
          Vou torcer pro Inter conseguir os pontos necessários para jogar a LA2016, mas mais importante que isso, irei torcer para que a cabeça dos nossos dirigentes se ilumine, que eles realmente foquem no futebol, que planejem, afinal, como  disse o nosso  Presidente Vitório Píffero: “PLANEJAMENTO É QUANDO GANHA! (NÉÃN)?”.


Wagner Silva - @Maccaco_Veio 


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Resumo do jogo - Internacional 2 X 1 Sport - Comentários de Giuseppe Bianchi

Termina o primeiro tempo de Inter 0x0 Sport. A não ser nos primeiros 10 minutos quando o Sport teve o domínio do jogo e perdendo uma grande oportunidade com o Diego Souza após brilhante série de dribles o Inter mandou na partida e criou uma série de situações de gol perdendo por exemplo com o Nilton um gol cara a cara .Portanto o Inter teve mais chances de abrir o marcador pressionou mais .O placar não faz jus ao volume de jogo do Inter.Para o segundo tempo se o Inter manter esse ritmo terá mais chances de sair vencedor.Muito cuidado com os contra-ataques do Sport .Fundamental a marcação sobre o DIego Souza até aqui bem desempenhada pelo Dourado.Talvez o Argel deva fazer uma substituição do Anderson pelo Vitinho ou o Alisson Faria,embora o Anderson esteja fazendo uma boa partida.

Inter vence o Sport por 2x1.Vitoria de um time que jogou melhor mesmo tendo sofrido o gol de empate continuou atacando e desempatou com uma bela cabeçada do Rodrigo Dourado um dos nomes do jogo além do Valdivia o melhor do jogo.As substituições do Argel foram acertadas pois o Inter não diminuiu sua pegada.Anderson finalmente fez um bom jogo.É de se lamentar o volume de chances perdidas pelo Inter mas dessa vez não prevaleceu o ditado "quem não faz toma". Não adianta discutir se o gol do Lisandro foi irregular ou não pura perda de tempo o juiz confirmou punto e basta.Vitoria suada mas merecida e com isso o Inter se aproxima do G 4.

Vamos elogiar nosso ídolo Falcão montou muito bem seu atual time e mostrou toda sua competência como grande entendedor do futebol.Sucesso Falcão para as próximas partidas do Sport.

Essa partida prova definitivamente que o Inter tem que jogar com um centroavante de área e o Lisandro mostrou ser um goleador oportunista graças a ele conseguimos sair na frente .Foi incansável quando precisava ajudar na marcação e na área incomodou muito a excelente zaga do Sport.

Estamos vendo o Inter manter os mesmos atletas em sequência isso vai melhorar o padrão de jogo e o entendimento durante as partidas .Voltaram às jogadas de linha de fundo como no primeiro tempo com o Willians e no segundo tempo houve vários cruzamentos por exemplo o do Anderson que resultou no gol do Lisandro.Foi uma vitória merecida mas não deve ser motivo de ufanismo pois o time tem muito que evoluir principalmente no setor defensivo.

G4 difícil mas não impossível concorrem com o Inter Palmeiras São Paulo Santos Flamengo e por fora a Ponte Preta .Quem chegar no G 4 desses times vai ser por una cabeza.

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Ficha técnica:
Internacional (2): Alisson; William (Léo, aos 30min do 2º tempo), Paulão, Réver (Vitinho, aos 10min do 2º tempo) e Ernando; Rodrigo Dourado, Nilton, Anderson (Silva, aos 39min do 2º tempo) e Alex; Valdívia e Lisandro López. Técnico: Argel.
Sport-PE (1): Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Wendel (Régis), Rithely, Marlone e Diego Souza; Maikon Leite (Élber) e André (Hernane). Técnico: Falcão.
Gols: Lisandro López (I), aos 19min do segundo tempo, Élber (S), aos 34min do segundo tempo, Rodrigo Dourado (I), aos 36min do segundo tempo.
Cartões amarelos: Samuel Xavier (S); William, Nilton (I). Expulsão: Diego Souza (S).
Público total: 17.614.
Pagantes: 14.386.
Menores: 1.292.
Não pagantes: 1.936.
Renda: R$ 356.535,00.
Arbitragem: Braulio da Silva Machado (SC), auxiliado por Luiz Claudio Regazone (RJ) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ).
Local: Beira-Rio.


Argel critica falta de capricho do Inter no 1º tempoO Internacional conseguiu uma importante vitória por 2 a 1 diante...
Posted by BarColorado on Sábado, 3 de outubro de 2015

Assista o Documentário 'Copinha Um Sentimento' -


Documentário 'Copinha Um Sentimento' foi lançado no Museu de Arte Moderna do Rio


O clima parecia de estádio. À medida que iam chegando, muitos entoavam hinos e cantigas da torcida colorada. E dentro da sala, o clima era de uma certa agitação nervosa, como se fosse final de campeonato. Todos estavam muito ansiosos para ver o documentário. Quando a projeção começou foi aquela emoção. Durante a sua apresentação muitas risadas pelas histórias contadas por seus protagonistas.
Os chamados "Lóques do Copinha", como são conhecidos no Rio de Janeiro, fizeram uma linda festa com direito a bumbo e hinos do time. Eles celebraram a sua própria historia contada pelos cineastas - e não menos colorados - Fábio Erdos, Marcelo Engster, Carlos Guilherme Vogel que se conheceram na Escola de Cinema Darci Ribeiro no Rio de Janeiro.

O projeto do documentário filmado e dirigido pelos três cineastas foi montado através de uma plataforma de crowdfunding (financiamento coletivo) e demorou cerca de 1 ano e meio para ficar pronto. O projeto contou com apoio de muitos colorados do Rio de Janeiro e de fora da cidade que de alguma forma já frequentaram o bar e se identificam com o espírito dos Lóques do Copinha.

O Consulado do RJ e a Consulesa Cultural do Internacional e Atriz Julia Lemmertz apoiaram a produção do filme. Julia Lemmertz fez uma contribuição muito generosa para produção do documentário, mostrando ainda mais seu coloradismo. Ela foi acompanhada de seu filho, nascido e criado no RJ e não menos colorado. "Fico orgulhosa, porque sei que fazer cinema é uma pedreira, é duro, é difícil captar recursos. O que a gente fez foi só ajudar a concretizar um sonho que é de todos.", declarou Julia.

Já Ricardo Cota, Diretor da Cinemateca do MAM, teceu bastantes elogios ao evento e disse que o documentário "tem um valor que transcende o valor das torcidas e que vai além das preferências futebolísticas: ele é um registro de um espaço histórico e também é uma demonstração muito especifica do que é o espirito do carioca, que permitem todas essas combinações”. Noite histórica e emocionante para colorado nenhum botar defeito!

Resumo do jogo - Palmeiras 3 X 2 Internacional - Copa do Brasil 2015 - Comentários de Giuseppe Bianchi

-Palmeiras sai em vantagem no primeiro tempo por 2 x0 Resultado totalmente injusto pois o Inter jogou com muita intensidade dominou o primeiro tempo e foi penalizado com um gol de escanteio e um pênalti duvidoso.A partida não está decidida se o Inter voltar para o segundo tempo com a mesma disposição pode conseguir o resultado que garanta sua classificação.O Argel deve substituir o Anderson pois esse cara erra passes e não diz a que veio nessa partida.Dependemos da sorte que sobrou para o Palmeiras.
-Resultado injusto Inter manteve a pegada mas infelizmente após o empate tomou um gol de cruzamento apenas 1 min após seu gol.Gostaria ver o Inter com essa pegada nas partidas restantes do campeonato brasileiro.Inter foi valente e a derrota foi um castigo para um time que jogou melhor é que merecia ter melhor sorte.
-Pelo que jogou o Alisson Farias merece uma vaga nesse time do Inter muito bom de bola joga vertical tem um drible insinuante ou seja já está pronto para ser titular.Só lamento aquela bola na trave e na sequência o gol perdido pelo Ernando .Quando os deuses do estádio não querem só nos resta lamentar
-Pela atuação de ontem deve-se elogiar a disposição de todos os jogadores sem exceção que atuaram pelo Inter partidas se ganham e se perdem Se mantiverem essa pegada nos jogos que restam pelo Brasileirão poderemos ainda chegar ao G4 a meta que nos resta para esse ano.
-O Argel deve ter percebido que essa é a maneira que nos torcedores queremos que o Inter jogue de agora em diante.Um meio de campo ofensivo, pegada forte, muita luta .Chega de retranca
-Se a jogada do penalti tivesse ocorrido no meio de campo o juiz decerto nada marcaria.
o Robinho escorrega quase caindo vai para o lado que vinha o Alex que não pode evitar ochoque.Não houve penalti Vi e revi varias vezes o lance.Qualquer outro juiz daria cartão amarelo para o Robinho.Quando o lance é penalti mesmo contra o Inter eu aceito.
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Ficha técnica:
Palmeiras (3): Fernando Prass; Lucas, Jackson,Vitor Hugo e é Roberto; Amaral (Andrei Girotto), Arouca e Robinho (Rafael Marques, aos 20min do 1º tempo); Gabriel Jesus (Allione), Dudu e Lucas Barrios. Técnico Marcelo Oliveira.
Internacional (2): Alisson; William, Paulão, Réver e Ernando (Rafael Moura, aos 33min do 2º tempo); Rodrigo Dourado (Taiberson, aos 45min do segundo tempo), Nilton, Anderson (Alisson Farias, aos 25min do 2º tempo) e Alex; Valdívia e Lisandro López. Técnico: Argel.
Gols: Vitor Hugo (P), aos 7min do primeiro tempo, Zé Roberto (P), de pênalti, aos 38min do primeiro tempo, Anderson (I), aos 11min do segundo tempo, Lisandro López (I), aos 28min do segundo tempo, Andrei Girotto (P), aos 29min do segundo tempo.
Cartões amarelos: Dudu, Amaral, Lucas (P); Alex, William, Rodrigo Douradp (I).
Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio, Fabricio Vilarinho da Silva e Cristhian Passos Sorence (trino goiano)
Local: Allianz Parque, em São Paulo.


Entrevista do Argel
Posted by BarColorado on Quarta, 30 de setembro de 2015

TREM BALA TEM MAQUINISTA! COLETIVA

  Pode ate não ser tudo isso, mas que depois dessa vitoria o torcedor fica iludido. Belisca o editor do vídeo pra ele acordar, COMENTA!