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Mostrando postagens de Abril, 2014

Eugênio Paes Amorim

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                                                                                             Eugênio Paes Amorim     Nome : Eugênio Paes Amorim Nascimento:   15 de janeiro de 1966, São José do Norte-RS Profissão;   Promotor de Justiça no 1o Tribunal do Júri da Capital Uma palavra:   Valentia Uma lembrança de infância:   Quando eu corria e brincava nos fundos da minha casa, aos 4 anos, com meu pai, hoje falecido, em uma paisagem de arvores, dunas e lagoas, em São José do Norte. O que gostas de fazer nas horas vagas:   Jogar futebol, cavalgar e churrasquear com a família e amigos. Um livro:   A Profecia Celestina. Que música toca no som do carro:   Quase de tudo, Heavy Metal, Samba, Sertanejo, Tango, MPB, Pop. Só não funk e eletrônica. Arrepende-se de algo:   De não ter investido mais cedo na carreira do futebol quando jovem, indo procurar espaço já com 18 anos. Um lugar inesquecível:   A fora minha São José do Norte, Ilha de Marajó-Pará. Um son

Rosita Buffi

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Arte:  A nderson Nunez Suarez  Ídolo Quando D'Ale não joga, canso de ouvir: "Mas tu vai mesmo assim?" Resolvi explicar o porquê de ser fã de D'Alessandro. Sou INTER desde que me conheço por gente e amo meu time de paixão. Ver um jogador , como nosso Capitão, e falar sobre ele é fácil. Ele tem uma visão de jogo inigualável, exige, cobra, marca, sempre querendo a perfeição. Passes perfeitos, dribles desconcertantes, gols incríveis. Gesticula e comanda os companheiros . Estimula o time! Sim, falar do craque D'ALE é sempre óbvio, elogiar. Mas o que poucas pessoas vêem é o que nosso Maestro é em campo, além de jogador e Capitão. D'Ale vibra com a jogadas certas, se cobra , xinga e sorri ao mesmo tempo que erra e não desiste da vitória nunca! Poucas pessoas notaram o que ele fez no Beira Rio, no jogo Inter x Brasil-Pel na hora do gol do WP. D'ale parou e vibrou como nós na arquibancada, de punhos cerrados, gritava abraçado a um companheiro (acho q Wil

Colorada Por Tudo

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COLORADA POR TUDO!     Um dia me perguntaram o por quê de eu sentir tanta paixão pelo INTER. E confesso que essa foi uma pergunta muito difícil de ser respondida. Não que eu seja colorada só por ser colorada. Aliás, nenhum colorado é colorado apenas para dizer que torce para um time.      Eu sou colorada por TUDO. TUDO o que o INTER é. TUDO o que o INTER já fez.      Sou colorada pelas vitórias e também pelas derrotas. Sou colorada pelos sorrisos e pelas lágrimas. Sou colorada pelas alegrias e também pelas tristezas.      Sou uma colorada que nasceu no tempo “das vacas magras”, em que a máxima glória era a conquista de um estadual e que até as vitórias em cima do coirmão eram escassas. Cresci naqueles anos em que o arrogante time de azul empilhava títulos e estava no auge de sua soberba. Fui criada em uma casa onde apenas eu e meu pai eram vermelhos. Todo o resto da família torcia para o time da arrogância. Tive que aturar muita festa deles e muita “flauta” também, mas