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Mostrando postagens de Agosto, 2013

Rudinei Carneiro Zang

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16/08 PRA SEMPRE A minha história com a Libertadores de 2006 começou um ano antes, quando São Paulo e Atlético/PR disputavam a final da maior competição das Américas, o primeiro jogo da final de 2005 foi disputado no Beira-Rio, já que o estádio Arena da Baixada não possuía a capacidade mínima exigida pela Conmebol. Resolvi ir ao jogo quando fiquei sabendo que seria em Porto Alegre, e quando estava no estádio pensei, “porque não estar aqui novamente no ano que vem, mas com o Inter na disputa do título,” estávamos bem no campeonato brasileiro, e não tinha como não sonhar alto.  Então chegou 2006, o Inter na Libertadores da América, tudo estava dando certo, acompanhei quase todos os jogos no Beira-Rio, Nacional (URU), Pumas (MEX), LDU (EQU), Libertad (PAR). O Inter seguia firme e forte rumo ao topo da América, e chegamos na final, o sonho que eu vislumbrei um ano antes estava acontecendo. E como ficar de fora da grande final no Gigante? Não tinha como, ainda mais depois da vi

Adri Couto

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Dia 16 de Agosto Que dia aquele, meus amigos, 16/08/2006..faz tempo né? Faz tempo? Na minha memória, foi ontem, ou hoje, na memória de um Colorado de verdade, de um Colorado de corpo, alma e coração, 16/08/2006 é hoje, será todos os anos. Quem diria que o Clube do Povo se sagraria Campeão? A nação Colorada tinha CERTEZA! Contra tudo, todos e qualquer um, defendíamos o nosso Clube com toda a garra, toda humildade e todo amor. Hoje, ontem ou há 07 anos, foi naquele dia, naquela fria noite, que a América ficou marcada com um nome, com uma nação, com duas cores, vermelho e branco de um tal SPORT CLUB INTERNACIONAL. Quem diria Tinga, tu que nunca colocavas a cabeça na bola? Que feliz ironia não é mesmo?! Ver a garra, a vontade dos jogadores, da comissão técnica, de todos, todos nós estávamos em sincronia, todos queríamos um mesmo objetivo, uma mesma taça, era na nossa casa e de lá, ninguém nos tiraria nada, muito menos esse feito. Clemer, Índio, Edinho, Fernandão, Sóbis, Iarley,

Caroline Conceição

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16 de Agosto Já fazem sete anos, mas parece que foi ontem. Nunca me esquecerei daquele chuvoso 16 de agosto de 2006. O dia mais longo da história colorada. O dia sem fim. Foram os noventa minutos mais aguardados da história do Sport Club Internacional até então. E também foram os noventa minutos mais demorados. Naquela noite a nação colorada experimentou as mais variadas emoções. Torceu. Vibrou. Se emocionou. Ficou tensa. Cruzou os dedos. Gritou. Sorriu. E chorou. Chorou o mais sincero choro. As doces lágrimas por ser campeão. Campeão da América. Um título inédito. Um título tão almejado. Um título mais do que merecido. Aquele elenco comandado por Abel Braga ocupa um lugar especial no coração da nação vermelha. Um elenco que honrou o manto alvirrubro. Que toda vez que entrava em campo, era como se estivesse lutando em uma guerra. Uma guerra chamada Libertadores da América. Uma guerra da qual saíram campeões. Impossível esquecer o gol do Tinga. Impossível não sorrir ao ver Fernan

Heide Colorada

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Das roupas velhas do pai... Eu sempre vesti vermelho. Acho que quando estava sendo alimentada na barriga da minha mãe, meu pai deveria estar mandando mensagens telepáticas repetindo: Inter Inter Inter , tanto tempo quanto possível. Nasci numa família de duas cores. Mais da metade azul. Minha primeira camiseta de time de futebol foi azul. Mas meu pai, este, na espera, calado e observando, esperou e no meu primeiro ano de vida e me vestiu de vermelho. Grudou o símbolo alvi rubro no meu peito. E ali ele ficou. Cresci Colorada. cresci e aprendi a apanhar de todo lado, nas épocas idas da seca de títulos. Mas a herança vermelha, geneticamente herdada de meu pai, sempre foi mais forte. Este amor passou para mim como uma energia que ilumina e aquece. Meu pai já se foi, Mesmo depois de tanto tempo de sua partida, não passa um jogo em que eu não feche os olhos e divida com ele um grito de gol. Ou a lágrima da derrota. Toda vez que canto: "sempre levarei comigo", can

Cícero Silva

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O Fim do Beira-Rio que Conhecemos Por Cícero Pereira da Silva Um edifício, uma casa, uma estrutura física, têm um significado muito maior que os tijolos, ferros e cimento. A Torre Eiffel demorou mais de dois anos para ser construída. Ela fazia parte de uma das obras feitas especificamente para a Feira Mundial que ocorreria em Paris, em 1889. O maior objetivo de Gustave Eiffel, seu criador, era desbancar a Grande Pirâmide de Quéops, no Egito - até então a construção mais alta feita pelos homens, com 138 metros de altura e quase cinco mil anos de idade -, mesmo que de forma provisória, porque a ideia era que aquele monumento permanecesse em pé somente durante o período da Feira. De todo o vasto conjunto arquitetônico que foi feito para esse evento, a Torre, com seus 317 metros e 10 mil toneladas, foi a que mais sofreu críticas. Um dos jornais da época escreveu que o melhor da existência da Torre Eiffel era que todos sabiam que seria destruída. Pois bem, ela ficou até 1930 co

Rosalia Colorada

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TORCIDAS QUE PROTAGONIZAM ATOS DE VIOLÊNCIA Os fatos desta semana me fizeram pensar no tema tão comum em certas torcidas que comportam-se como verdadeiros protagonistas de atos vergonhosos como os que ocorreram há poucos dias na casa do nosso adversário. Assim, se torna comum pensar que elas são violentas por sua própria natureza, mas existem exceções. Algumas que são relativamente pacíficas e outras ainda que não tem estes fato lamentável fazendo parte de sua trajetória. A explicação deste fenômeno reside na base social das torcidas organizadas, bem como na mentalidade que se reproduz no seu interior. As torcidas são compostas por pessoas com situação social das mais diferentes procedência. E o que se vê é que a grande maioria das brigas que ocorrem entre torcedores de um mesmo time tem como principal características o fato de não ganharem a competição, por isso, possuem certa frustração a ser descarregada em atos violentos. A violência e a agressividade também exercem

Heide Colorada

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Tempero a gosto de agosto. Do jeito que a gente gosta Podem falar do mês do cachorro louco. Agosto é, no conceito popular o mês de desgraça, bruxas a solta e outros quetais. Para quebrar esta mística, quem melhor que o Colorado? Somos diferentes na essência. Não vivemos a história deste clube a distancia, vivemos de perto. Um quadro de sócios que faz inveja a todos os clubes deste pais, só para começar. Só Um clube assim reavivaria a chama Vermelha no mês temido por todos.Enquanto se protegiam das bruxas resguardados em suas casas, nos saímos para a rua. fomos gritar nosso amor nas rádios, Tvs, bares, vielas. Fomos comemorar as glorias do Sport Club Internacional em gritos e lagrimas. Em risos e abraços. Adotamos o mês de agosto. Agosto rubro. Suor e sangue. Luta. Vitoria.Agosto Santo, que nos fez viver a alegria da primeira conquista de Libertadores e depois nos dou outra, para reafirmar que este mês é nosso. nos pertence por adoção.Lamentem osrivais. sucumbam diante de nossas