Eugênio Paes Amorim

                                                                                          

 Eugênio Paes Amorim


   
Nome: Eugênio Paes Amorim
Nascimento: 15 de janeiro de 1966, São José do Norte-RS
Profissão; Promotor de Justiça no 1o Tribunal do Júri da Capital
Uma palavra: Valentia
Uma lembrança de infância: Quando eu corria e brincava nos fundos da minha casa, aos 4 anos, com meu pai, hoje falecido, em uma paisagem de arvores, dunas e lagoas, em São José do Norte.
O que gostas de fazer nas horas vagas: Jogar futebol, cavalgar e churrasquear com a família e amigos.
Um livro: A Profecia Celestina.




Que música toca no som do carro: Quase de tudo, Heavy Metal, Samba, Sertanejo, Tango, MPB, Pop. Só não funk e eletrônica.
Arrepende-se de algo: De não ter investido mais cedo na carreira do futebol quando jovem, indo procurar espaço já com 18 anos.
Um lugar inesquecível: A fora minha São José do Norte, Ilha de Marajó-Pará.

Um sonho: Ver meu filho Maurício na seleção brasileira.




Família: É tudo.
Amigos: A família fora da família.
Uma triste lembrança: As derrotas do futebol (Bahia, Olímpia e Mazembe)
Uma pessoa que julgas incrível; Marthin Luther King
Como é sua ligação com o SC Internacional: É parte imprescindível da minha vida. Fui levado a campo por meu pai e meu falecido tio Ely com 10 anos mais ou menos. Comecei a frequentar assiduamente em 1984, quando vim morar em Porto Alegre. A partir de 2004, sempre com minha filha Idete e depois de 2010 também com meu filho Eduardo.
Um jogo inesquecível: A final do mundial de Clubes. Inter 1x0 Barcelona, em 2006.
Um lance ou gol inesquecível: A defesa de Clemer no término da partida contra a LDU, semi-final da Libertadores de 2006.
Um ídolo no futebol: Dentro de campo Pelé, fora dele Valdomiro.
Como é o Amorim torcedor dentro do estádio?Algum ritual? Irriquieto, falante, apaixonado. O ritual é nunca sentar.

Onde estavas no dia 17 de dezembro de 2006? Na minha casa, em Novo Hamburgo, recluso e aflito.
O que esperas do Internacional em 2014? Finalmente o tetra nacional e a vaga para a Libertadores da América 2015.
Um recado: Extravasemos nosso amor incondicional por este clube, sua história e atletas, sempre, em qualquer lugar, sem vergonha de nada e de modo pacífico. Melhor que agredir o adversário sempre é desconsiderá-lo.



Entrevista feita pela Luciana Lima


Rosita Buffi

Arte: Anderson Nunez Suarez 

Ídolo


Quando D'Ale não joga, canso de ouvir: "Mas tu vai mesmo assim?" Resolvi explicar o porquê de ser fã de D'Alessandro. Sou INTER desde que me conheço por gente e amo meu time de paixão. Ver um jogador , como nosso Capitão, e falar sobre ele é fácil. Ele tem uma visão de jogo inigualável, exige, cobra, marca, sempre querendo a perfeição. Passes perfeitos, dribles desconcertantes, gols incríveis. Gesticula e comanda os companheiros . Estimula o time! Sim, falar do craque D'ALE é sempre óbvio, elogiar. Mas o que poucas pessoas vêem é o que nosso Maestro é em campo, além de jogador e Capitão. D'Ale vibra com a jogadas certas, se cobra , xinga e sorri ao mesmo tempo que erra e não desiste da vitória nunca! Poucas pessoas notaram o que ele fez no Beira Rio, no jogo Inter x Brasil-Pel na hora do gol do WP. D'ale parou e vibrou como nós na arquibancada, de punhos cerrados, gritava abraçado a um companheiro (acho q Willians), depois saiu correndo e pulou as placas de publicidade para comemorar com o grupo. E lembro ainda de uma comemoração contra o Flu em Caxias, que ao sair o gol, já no segundo tempo, feito pelo Damião, ele simplesmente caiu para trás com os braços abertos. Aliviado. Como nós. D'Ale é tão fanático pelo INTER como eu... Como não idolatrar? Como não amar? Não vou ser hipócrita de falar que era fã dele antes de vir para o meu INTER, não era... Mas fiquei no momento que vi sua expressão assustada e surpresa no carro, na comemoração de sua chegada ao clube. Lindo. Hoje admiro o homem, o pai dedicado, o marido. Tive a oportunidade de conhece-lo mais e a cada dia vejo uma nova qualidade que sempre me emociona. Humilde, carinhoso, sensível ( chora a toa), bondoso e com um coração enorme. Sabe que seu papel de ídolo não fica só nas 4 linhas. Quem o conhece, sabe do que estou falando. E hoje, quando vou ao jogo torcer e vibrar pelo meu INTER, sei que ele não estará em campo, mas posso encontra-lo ali, quem sabe, na arquibancada. Torcendo e vibrando e cantando pelo nosso time. D'Alessandro é um torcedor encantado pelo INTER ! Respira INTER. Vou aos jogos que ele não joga sim, amigos. Vou lá ser torcedor, ser D'Alessandro. Não me convidem para nada! HOJE TEM JOGO DO COLORADO !

Rosita Buffi

*Texto enviado para o site é de inteira e exclusiva responsabilidade do autor

Colorada Por Tudo



COLORADA POR TUDO!

    Um dia me perguntaram o por quê de eu sentir tanta paixão pelo INTER. E confesso que essa foi uma pergunta muito difícil de ser respondida. Não que eu seja colorada só por ser colorada. Aliás, nenhum colorado é colorado apenas para dizer que torce para um time.
     Eu sou colorada por TUDO. TUDO o que o INTER é. TUDO o que o INTER já fez.
     Sou colorada pelas vitórias e também pelas derrotas. Sou colorada pelos sorrisos e pelas lágrimas. Sou colorada pelas alegrias e também pelas tristezas.
     Sou uma colorada que nasceu no tempo “das vacas magras”, em que a máxima glória era a conquista de um estadual e que até as vitórias em cima do coirmão eram escassas. Cresci naqueles anos em que o arrogante time de azul empilhava títulos e estava no auge de sua soberba. Fui criada em uma casa onde apenas eu e meu pai eram vermelhos. Todo o resto da família torcia para o time da arrogância. Tive que aturar muita festa deles e muita “flauta” também, mas posso encher a boca para dizer que nunca tive vontade de me render para o time modinha. Porque torcedor de verdade não é modista. Torcedor de verdade se casa com o seu time  e permanece com ele em todas as suas fases. Quando eu era criança eu me sentia colorada. Não sabia muito bem explicar o por quê, mas o amor verdadeiro sempre foi uma questão de muito mais sentimento do que explicação.
      Comecei a entender melhor o mundo do futebol com 9 anos de idade. No ano de 1997. Ano do Gre-Nal o “Uh!Fabiano!”. Ano em que o Christian empilhava gols. Naquele ano meu amor pelo INTER que já existia, se fortaleceu.
      Dali em diante passei muita coisa com o INTER. Aquela perda do Gauchão para o Juventude em 1998, os quase rebaixamentos nos Campeonatos Brasileiros em 1999 e 2002, a recuperação da auto-estima colorada em 2003 com a boa campanha no Campeonato Brasileiro. Pude acompanhar pela primeira vez em 2004 uma grande campanha do INTER em uma competição internacional, na Copa Sul-Americana. Em 2005 senti na pele a indignação com o roubo escancarado no Campeonato Brasileiro, no qual nos tiraram no “canetaço” um título que conquistamos dentro de campo. E em 2006 pude presenciar e sentir as maiores glórias que um time pode alcançar: as conquistas continental e mundial. E as conquistas continuaram nos anos seguintes: Recopa Sul-Americana em 2007 e 2011, Copa Sul-Americana em 2008, mais uma Libertadores em 2010 e muitos títulos estaduais e vitórias em clássicos. Falando em estaduais e clássicos, como esquecer as épicas goleadas por 8 à 1 em cima do Juventude e do Caxias em 2008 e 2009? E a emocionante final do Gauchão de 2011 quando conquistamos o título nos pênaltis e fizemos a festa em plena casa tricolina ?
      Tive o prazer de ver muitos grandes jogadores vestirem e honrarem a camisa colorada. Entre eles Fernandão, Tinga, Clemer, Rafael Sóbis e D’Alessandro.
       E as muitas glórias do passado que não pude presenciar e os muitos craques que não vi jogar, pude ouvir suas histórias. Como não venerar Falcão, Valdomiro, Figueroa e cia ? Como não se emocionar ao saber dos feitos do Rolo Compressor ?
        2014 é o ano do renascimento do nosso Gigante da Beira-Rio que já foi palco de muitas glórias. E nos próximos anos será palco de muitas outras mais, porque o INTER seguirá sua senda de vitórias.
        E enquanto isso vou continuar colecionando motivos que me fazem nutrir essa paixão pelo SPORT CLUB INTERNACIONAL. Vou seguir vivendo essa vida cuja essência é totalmente ALVIRRUBRA.

Caroline Conceição

   
*Texto enviado para o site é de inteira e exclusiva responsabilidade do autor

Resumão Bastidores Vitória Colorada e Gools

Internacional 3 x 0 Coritiba créditos:TV inter e twitter Inter