Eliane da Motta de Oliveira




Nome: Eliane da Motta de Oliveira. 

Profissão: Advogada.

Uma Palavra: Resiliência.

Uma lembrança de infância: a liberdade de morar à beira da praia.

O que gostas de fazer nas horas vagas? Depende do dia. De trabalhos manuais a viajar.

Um Livro: A menina que roubava livros.

Que tipo de música toca tu gostas? Sou bem eclética para música.

Um lugar Inesquecível: Rio de Janeiro.



Um sonho: Viajar o Mundo.

Arrepende-se de algo? De muitas coisas. Mas todas elas serviram de aprendizado e de refinamento da alma.

Família (defina): pilar, sinônimo de amor, carinho e segurança.

Amigos (defina): fundamentais para a vida se tornar mais doce.



Uma triste lembrança: a perda de pessoas que amo.

Uma pessoa que julgas incrível: são duas na verdade, as minhas avós. 
Mulheres de uma fibra incrível e com uma visão de Mundo muito diferenciada e à frente do tempo em que viveram.

Como é a sua ligação com o Internacional? Muito forte; foi onde encontrei força, amigos e consolo durante uma fase de perdas terríveis. E em épocas difíceis, era quando parávamos juntos em casa para ver os jogos. 



Um lance ou gol inesquecível: são milhares, mas um em especial foi a falta cobrada pelo D’Alessandro no segundo jogo da semi-final em São Paulo, na Libertadores de 2010. Aquele gol trouxe a esperança do Bi da Libertadores. Foi mais uma grande alegria que o Inter me deu em um período pessoal complicado.

Um ídolo no futebol: Paulo Roberto Falcão.

Como é a Nanni torcedora dentro do estádio, tens algum ritual?  Totalmente passional; tinha um ritual de sempre pintar as unhas de vermelho em dia de jogo. Hoje, acho que perdi isso.





Conta uma história que julgas interessante da tua trajetória como torcedora: encontrar uma família colorada que me cuidou incessantemente, quando me vi sozinha e perdida em 2011 depois que mudei para cá (família ainda mora no interior do Estado) após o falecimento da minha avó – que me criou e com quem morava.



Participas de alguma torcida organizada, Confraria, Grupo, Fã Clube ou Consulado? Se sim, divulgue! Participei da FICO durante um ou dois anos e sempre que posso participo de todos os eventos promovidos pelo Clube/Consulados.





Fizeste muitos amigos através do S. C. Internacional? Muitos amigos, alguns que considero irmãos, pais, tios; e um em especial que de melhor amigo se tornou namorado. 

Onde estavas no dia 17 de dezembro de 2006? Em um encontro religioso. Acho que deu certo.

O que esperas do Internacional em 2014 / 2015? Título do Brasileiro e o Tri da Libertadores; sou daquelas torcedoras que acredita. Enquanto existe chance, tenho esperança de que pode acontecer.




Deixe um recado aos leitores do site / fan Page  Bar Colorado. Meu recado é que nunca nos esqueçamos de onde viemos; nosso povo colorado possui uma força de superação impressionante, mas é preciso muito trabalho e humildade para isso. 



Entrevista feita pela Luciana Lima 








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