Max Peixoto






Nome: Max Peixoto

Profissão: Aux. de importação/exportação e Estudante de Comércio Exterior.

Uma Palavra: Perseverança.

Uma lembrança de infância: Futebol descalço com os amigos até a noite chegar.  


O que gostas de fazer nas horas vagas? Estar entre amigos e escutar uma boa música.

Um Livro: Mar Morto, de Jorge Machado.

Que tipo de música toca no som do carro? De tudo um pouco. Mas Oasis, Red Hot e The Killers não podem faltar. 

Um lugar Inesquecível: Rio de Janeiro.

Um sonho: A estabilização profissional.

Arrepende-se de algo? Talvez de ter ouvido mais quando estava na fase “aborrecente” da vida.

Família (defina):  Tudo.

Amigos (defina): Poucos, mas verdadeiro.

Uma triste lembrança: A partida de minha vó materna.

Uma pessoa que julgas incrível: Fernandão

Como é a sua ligação com o Internacional?
Desde que me conheço por gente, respiro Inter. Na escola, em casa e em qualquer lugar. Devo essa ligação intensa com o Internacional ao meu pai, que me ensinou o caminho até a Padre Cacique, e creio que os anos que as glorias eram antigas e os ídolos eram de décadas atrás, deixaram essa paixão mais ferrenha. Meu primeiro jogo foi um Inter Vs Santos, em 1994. Me contam que dormi o segundo tempo todo! Nunca deixei de frequentar o beira-rio desde então. De 1ª fase de gauchão até final de Libertadores. Já fui em partidas na Argentina, Uruguai, São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro. Com dinheiro, sem dinheiro. Com hotel ou dormindo em banco de aeroporto, sempre que pude acompanhei o Inter.
Frequentei a arquibancada até 2012, depois me tornei gandula do clube. Cada jogo é um presente, independentemente do resultado. Viver toda aquela magia pré jogo, estar perto dos protagonistas e fazer parte do espetáculo de alguma maneira é muito bom. Uma função que as vezes desestabiliza o adversário que pressiona atrás do empate e que joga junto com o time que está em desvantagem. É uma experiência muito legal.


Um lance ou gol inesquecível:  Adriano aos 36 do segundo tempo ou talvez Mahicon Librelato em Belém. Mas um gol, que pela emoção me tirou a razão, foi o do Nilmar na Copa Sulamericana contra o Estudiantes. Que jogo encardido. De todas finais que olhei, foi a mais emocionante. Nunca vi o Beira-rio rugir tanto como naquela noite de dezembro.

Um ídolo no futebol: D’Alessandro. Diferenciado e inconformado, como toda liderança tem que ser.



Como é o Max torcedor dentro do estádio, tens algum ritual?
Bom, ritual de fato não tenho. Mas me sinto melhor olhando o jogo do lado do antigo placar. Creio que em duas décadas de Beira-rio, nunca eu tenha olhado um jogo no lado



Conta uma história que julgas interessante da tua trajetória como torcedor:
Bom, sem dúvidas, uma história que sempre guardarei comigo, é a da odisseia que foi ver São Paulo 2 x 1 Internacional, na Libertadores de 2010. Sem ingressos para ver a partida no setor colorado, eu e um grupo de amigos olhamos o jogo no meio da torcida do São Paulo, junto com mais ou menos 100 colorados “infiltrados”. Adrenalina ao máximo, ver o Inter se classificando para final com aquele “taquinho” do Alecsandro e à 5 metros uma massa de são paulinos enfurecidos. Após o final da partida e de muita confusão, finalmente podemos cantar as músicas da nossa torcida e extravasar de vez nossa felicidade.




Participas de alguma torcida organizada, Confraria, Grupo, Fã, Clube ou Consulado? Se sim, divulgue!
Não.



Fizeste muitos amigos através do S. C. Internacional? Fala sobre eles!
Muitos! E verdadeiros! Tenho alguns amigos pessoais e de confiança que o Internacional de certo modo me presenteou.  

Onde estavas no dia 17 de dezembro de 2006?
Um dia antes, fui em uma festa de 15 anos. Após a noite toda ouvindo piadinhas e previsões de goleadas impiedosas, virado da noite, assisti o jogo ao lado de meu pai. O cara que soltou a pérola:  “esses jogadores que entram no segundo tempo, sempre fazem gols em final”. Lembro de acompanhar a jogado do Pedro Iarley  grudado na TV, e de meu pai gritando “calma, calma”. Depois só lembro-me do choro da minha mãe e do Haroldo gritando adivinhe na Guaíba. Que dia, que dia!

O que esperas do Internacional em 2014?
Bom, creio que este ano foi de grande valia com a volta do Beira-rio e agora com a volta de um atacante de qualidade. Ficou o gostinho de quero mais. Espero uma classificação para a Copa Libertadores de 2015, apenas isso. Creio que em 2015 coisas melhores virão.



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Queria agradecer a Lu Lima pela lembrança e deixar um abraço para os colorados de perto e das plagas mais distantes que frequentam o BarColorado.




Entrevista feita pela Luciana Lima 

Comentários

  1. meeeeeeeeeeee...esse é um dos piores!!! mas é sangue bom!!! parabéns pela entrevista!!!

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  2. esse max,saudoso colorado,parceria que vem de anos

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