Aleco Cardozo Mendes

Aleco Cardozo Mendes 



Nome: Aleco Cardozo Mendes  

Profissão: Jornalista, escritor e dj


Uma Palavra: Positividade

Uma lembrança de infância: Taffarel pegando os pênaltis do Tetra



O que gostas de fazer nas horas vagas? Algo bem acompanhado e com boa trilha sonora

Um Livro: O Pequeno Príncipe

Que tipo de música toca no som do carro? Diferentes gêneros, mas principalmente música para cantar

Um lugar Inesquecível: Um cantinho nas pedras da praia

Um sonho: Voar

Arrepende-se de algo? Do que não fiz (não seria bem arrependimento, afinal de contas ainda está nos planos)

Família (defina): Tudo

Amigos (defina): Essencial



Uma triste lembrança: Despedidas

Uma pessoa que julgas incrível: Mandela

Como é a sua ligação com o Internacional?
(Como surgiu e até os dias de hoje)

Uma ligação inexplicável desde sempre, algo natural, mas que aumentou com o passar do tempo. Quando criança, o meu padrinho Lucídio Schoffen foi fundamental para me tornar colorado, além do meu próprio pai. Por circunstâncias profissionais paternas foram muitos anos morando longe de Porto Alegre, um período em que buscava informações sobre o time com dificuldades até mesmo diretamente do Amapá, entre outros locais em que moramos, mas finalmente chegou o dia em que fui pela primeira vez ao Beira-Rio, um Inter 4 x 0 Flamengo, com direiro ao Renato Gaúcho saindo aos 15 minutos do primeiro tempo muito vaiado. Foi um ano em que acompanhei mais de perto o Inter, porém infelizmente seria mais um de sofrimento no final da história. Dali pra frente fui presença assídua no estádio, incluindo nos 4 a 0 para o Juventude e no promissor início dos anos 2000.
Chegou a hora em que fui convidado pelo presidente Fernando Carvalho para integrar o quadro de jornalistas do Clube, assim construí uma longa história entre 2005 e 2013, quando participei diretamente do final dos tempos de vacas magras do Internacional até o auge com os principais títulos da história do nosso amado Inter, estando presente em todos os grandes momentos, com muito trabalho e suor como parte de uma inesquecível equipe da Assessoria de Comunicação.





Um jogo inesquecível:
Aquele que considero a virada na história do Internacional, a final da Libertadores de 2006 no Beira-Rio.

Um lance ou gol inesquecível:
O gol de Gabiru, sem dúvida alguma.

Um ídolo no futebol:  
Fernandão, um ídolo, um herói, um mito.



Como é o Aleco torcedor dentro do estádio, tens algum ritual? 
Muita concentração em todos os lances do jogo para não perder nada, uma reza antes de jogos nervosos, três sinais da cruz em lances decisivos.

Você foi ‘Narrador de tantas vitórias’ dentro do Sport Club Internacional. Descreve um pouco as tuas sensações:
Entre as atividades que exerci no Internacional, estavam responsabilidades nos cinco veículos de comunicação que o Clube tinha: site, revista, jornal, tv e rádio Inter, porém acabei ganhando maior notoriedade naquela função que veio como um presente quando eu menos esperava, a locução oficial do estádio Beira-Rio. Foi durante um ano importante, em 2009, quando diversas ações e promoções eram executadas durante os jogos em razão do Centenário do Inter. Naturalmente acabei criando um estilo próprio para anunciar a escalação do time, enfatizando os nomes dos jogadores, cada sílaba, para levar emoção à torcida, fazer todos das arquibancadas vibrarem juntos para enviar estas energias ao time que estava ali no túnel pronto para vir ao campo. Um estilo que lembra muito os narradores de rodeio, mas por pura coincidência. Sei que o anúncio do nome do Guiñazu é um dos que ficaram mais marcados e serão lembrados pelos colorados, o cara também facilitava a minha vida, sempre foi um ídolo incontestável. Um momento emocionante pra mim foi poder gritar no microfone do estádio “Internacional, bicampeão da América!”





Conta alguma história que julgas mais engraçada dentro da tua trajetória no Internacional.

Algumas das histórias mais bacanas estão registradas em alguns vídeos de bastidores que gravamos com os jogadores, principalmente quando eu estava junto ao time antes e depois da conquista do Mundial no Japão. Foram diversas situações inusitadas, como a festa no vestiário do estádio de Yokohama, imagens que estão em diversos DVDs lançados pelo Inter, como o Iarley dançando algo que não sei nem se existe na terra dele no interior do Ceará... o Clemer também fazia uma dancinha esquisita na comemoração do título sobre o Barcelona, mas depois de cumprida a missão eles tinham o direito de festejar da forma que bem entendessem... ao final do DVD ‘Bastidores de um sonho – O outro lado do título mundial’ aparece o Adriano Gabiru fazendo uma careta, algo como uma participação especial... ta bom, mais que especial, me perdoa, Gabiru!

E a Rádio Inter, tens saudades? Conta um fato curioso da tua passagem pela Rádio.
Na Rádio Inter tivemos muitas jornadas felizes, desde quando narrei jogos emocionantes naquela trajetória de sucesso da Libertadores de 2010 e outras partidas posteriormente até quando nos divertíamos na interatividade com os colorados de todos os cantos do mundo em programas como o Noite Bombástica, onde eu misturava boa música com coloradismo, entrevistas e histórias, que também eram contadas no programa que eu mantinha com a colega Adriana Montes na TV Inter.




Onde estavas no dia 17 de dezembro de 2006?  
No estádio em Yokohama, no Japão. Primeiro nas tribunas de imprensa, depois no campo e no vestiário registrando em vídeo a festa dos nossos grandes vitoriosos.

O que esperas do Internacional em 2014?
Sou otimista e positivo por natureza, portanto estarei sempre torcendo e acreditando no melhor. Pode ser que tenha chegado o momento do tão sonhado tetracampeonato brasileiro, a jornada é longa, mas temos chances, sim.


Deixe um recado aos leitores do site / fan Page  Bar Colorado

Acompanho a história do Bar Colorado desde o início, inclusive divulgando pelas redes sociais e, principalmente, durante a programação da Rádio Inter, quando tínhamos uma parceria importante, fazíamos cada programa praticamente em conjunto. Afinal de contas, o pessoal sempre enviou comentários, pedidos de músicas quando era o momento e, mais que isso, o Bar Colorado apoia o Internacional incondicionalmente, é isso que faz o Clube crescer sem parar, os abnegados torcedores – a razão de ser de um time de futebol. Continuem assim, participativos, da forma que for possível, mas sempre acreditando e apoiando nas horas boas e ruins. E dá-lhe Inter!



Entrevista feita pela Luciana Lima 


Comentários

  1. Obrigado pelo carinho, Luciana Lima e galera do Bar Colorado! Seguimos na torcida para que o Inter retome logo o caminho das vitórias e das grandes conquistas!

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