Diego De Los Santos

Diego De Los Santos


Nome: Diego De Los Santos
  
Profissão: Técnico Tributário
  
Uma Palavra: Liberdade
  
Uma lembrança de infância: as comidas que minha vó querida fazia

O que gostas de fazer nas horas vagas? Escutar muita música, ler, assistir shows, estar com amigos.

Um Livro: 1984 de George Orwell

Que tipo de música toca no som do carro? Hard Rock dos anos 80

Um lugar Inesquecível: Beira-Rio antigo




Um sonho: assistir a um show do Mötley Crüe

Arrepende-se de algo? Sim. De pequenas coisas da vida. Mas todos os erros são aprendizado e nos ajudam a melhorar.

Família (defina): família são aqueles que você sempre pode contar, que nunca vão te virar as costas,  aconteça o que acontecer. No final é isso que importa e são essas pessoas que valem.

Amigos (defina): são os irmãos que a vida nos dá. Aqueles que te apoiam e fazem rir nos piores momentos. Amigos de verdade são aqueles que nunca te avaliam antes de ouvir a sua versão das coisas.

Uma triste lembrança: acordar com o celular cheio de mensagens noticiando a morte do Fernandão.

Uma pessoa que julgas incrível: meu irmão Tiago De Los Santos

Como é a  sua ligação com o Internacional?
(Como surgiu e até os dias de hoje)

Minha ligação surgiu por conta de meu falecido avô, colorado fanático. Comecei a acompanhar o Inter pela TV ainda nos anos 80. Era uma criança e logo comecei a ir em alguns jogos. De lá pra cá a ligação só se fortaleceu. Maus momentos nos anos 90, quase rebaixamentos e a Redenção a partir da metade dos 2000. Hoje procuro ir em todos os jogos no Beira-Rio e assisto todos os fora de casa. Fora isso, estou sempre me atualizando sobre as notícias do clube.





Um jogo inesquecível: Gre-nal do século (1989). Inter eliminando o Grêmio numa semifinal de Brasileirão ao vencer um Gre-nal de virada com 1 jogador a menos durante o 2º tempo todo. Aquilo foi sensacional. Nunca vi nada igual.

Um lance ou gol inesquecível: o gol do Adriano Gabiru contra o Barcelona. Parecia que todos os momentos de sofrimento do passado faziam sentido naquele instante. Era para ser assim, um merecido final feliz.

Um ídolo no futebol: Fernandão,  por tudo o que representou para nós colorados.

Como é o Diego torcedor dentro do estádio, tens algum ritual? Sou quieto e vejo o jogo sem me manifestar muito, mas por dentro estou sempre uma pilha de nervos. Meu ritual é ver o jogo de onde dá sorte e isso varia a cada época. Em 2006 eu via os jogos sempre no mesmo lugar, na antiga social, na linha da grande área. Porém na final tive que mudar pois meus amigos só conseguiram ingresso no outro lado. Ainda bem que deu certo.




Conta uma história que julgas interessante da tua trajetória como torcedor:

Estádio Olímpico, 2006. Último Gre-nal antes da viagem ao mundial e o Grêmio colocou ex-jogadores para desfilar com a taça da Copa Toyota antes do jogo, numa atitude típica de quem achava que não seríamos campeões do mundo jamais. No fim o Inter ganhou o Gre-nal com gol do Iarley e pouco mais de um mês depois eles tiveram que engolir sua arrogância ao nos ver ganhar do Barcelona.


Fizeste amigos através do Inter? Conte-nos sobre isso!
Muitos, principalmente depois das redes sociais, que de certa forma aproximam pessoas por suas afinidades. Muitas das pessoas que conheci através do Inter, hoje considero amigos na vida.




Onde estavas no dia 17 de dezembro de 2006?
Estava no Bar Opinião vendo o jogo Inter X Barcelona com amigos. Não dormi na noite anterior, fui virado e não consegui comer nada de manhã. Acho que esse foi o melhor dia da minha vida. Meu maior sonho realizado. Muita alegria e festa vermelha que dominou a cidade. Depois fomos para a Goethe, de tarde teve churrasco no bar de um amigo gremista e de noite Lima e Silva, onde os bares estavam lotados de colorados. Um dia inesquecível.


O que esperas do Internacional em 2014? No momento em que escrevo o Inter é 2º colocado no Brasileirão. O time tem limitações, mas acho que dá para buscar esse título. Jogo a jogo, ponto a ponto. Se não der, espero que a classificação para a Libertadores venha.




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O maior patrimônio que o Inter tem somos nós, sua torcida, a ‘coloradagi’ de diferentes raças e níveis sociais. Nunca esqueçamos disso, somos o clube do povo. Nossa História é linda e deve ser celebrada sempre. Obrigado aos amigos do Bar Colorado pelo espaço.

Entrevista feita pela Luciana Lima 

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