Cris.


Cris



Nome: Cristiane Veiga, mas prefiro que me chamem de Cris.

Profissão: Bióloga e Paisagista.

Uma Palavra: Natureza.

Uma lembrança de infância: Os milhares de gatos que enlouqueciam minha mãe!

O que gostas de fazer nas horas vagas? Passear com a família!

Um Livro: “A Casa da Esquina”, de Duca Leindecker.
Que tipo de música tu escutas? Sou fissurada em rock gaúcho, mas não dispenso um bom reggae (não preciso mencionar as músicas que meu marido e meu filho me obrigam a ouvir, né?!)!
Um lugar Inesquecível: Posso viajar a qualquer lugar do mundo, mas nunca esqueço duas paixões: Torres e Buenos Aires!

Um sonho: Encher a cidade de flores!

Arrepende-se de algo? Sim... Me arrependo de não ter participado de 3 momentos importantes do nosso Inter: Libertadores 2006, chegada dos Campeões Mundiais no Beira Rio e Caminhada do Centenário... Filhote ainda pequeno... Queria poder voltar no tempo. Mas como ainda não existe a tão sonhada máquina do tempo, aproveito cada momento para curtir nosso amado Inter!

Família (defina): Família é tudo! Dá sentido à vida, compartilha a alegria, fortalece na dificuldade!


  
Amigos (defina): Companheiros para todas as horas! Aqueles com temos uma ligação tão grande, que nem precisamos pedir socorro quando necessitamos de carinho!
  
Uma triste lembrança: Não consigo citar o nome, ainda estou bloqueada emocionalmente, mas me entristeço profundamente ao lembrar do Mundial de Clubes 2010.
E mais recentemente, como qualquer colorado que valoriza tudo o que somos, onde chegamos e o que representamos para o mundo do futebol, certamente a perda de uma das nossas maiores referências, nosso Eterno Capitão Planeta, aquele que mudou nossa mentalidade e nos ensinou a sermos grandes, gigantes! Mas tenho certeza de que Nunca o Esqueceremos, que viverá para sempre no coração de cada colorado!
  
Uma pessoa que julgas incrível:  Posso dividir em 2 ‘setores’?
Na minha vida pessoal (embora faça parte do meu mundo vermelho também): meu marido!
No meu mundo vermelho (embora faça parte do pessoal também): D’Alessandro!



Como é a sua ligação com o Internacional?
Eu nasci em uma família que torce para aquele outro time... Ainda existem lendas de que me vendi por um pirulito para minha mãe que já simpatizava com o vermelho... Não acredito muito nisso, pois nem gosto de pirulito! A outra versão, e mais aceitável, é de que me deixei influenciar por um primo colorado que morava na nossa casa quando eu era pequena.
         Na real, como me tornei colorada, é irrelevante, o que interessa agora, é que essa paixão me guia! Não consigo passar um dia sem Inter na minha vida! Leio os jornais de trás para frente, em uma ávida procura por notícias coloradas, sinto que o dia só engrena após dar uma olhadinha, mesmo que rápida, no site do clube. Sempre que posso gosto de assistir aos treinos, escrevo em blogs relacionados ao Inter, dedico meu tempo livre (se não estiver livre, dou uma forçadinha) para escrever sobre e para meu ídolo. Conto os dias para ir ao Beira Rio! Meu humor (infelizmente) é diretamente proporcional ao desempenho do time... E o melhor de tudo, são as coisas boas que o Inter me proporciona: amigos, festas, trabalho e muita alegria! Às vezes, essa alegria dá uma considerável diminuída, mas volta em seguida! Com o Inter, sou uma otimista irrecuperável!

Um jogo inesquecível: Certamente, a final do Mundial de 2006!!!

Um lance ou gol inesquecível: Poderia citar vários... mas citarei dois (sim, sei que pediste um): Gol do Sorondo contra Estudiantes dentro do Beira Rio (que nos permitiu perder fora e seguir na conquista da Libertadores 2010), e o gol do meu ídolo, D’Alessandro, onde consegui fotografar a bola entrando no gol, no dia da Reinauguração do Beira Rio!!!
Um ídolo no futebol:  ANDRÉS D’ALESSANDRO!





Como é a Cristiane torcedora dentro do estádio, tens algum ritual?
Não dispenso minha camisa 10 autografada pelo D’Ale e a mureta é meu vício!!! Não consigo assistir jogo sentada...
  
Participas de alguma torcida organizada? Oficialmente, não... Posso dizer que minha dificuldade em participar de uma, é o fato de não poder assistir jogo onde gosto e não poder usar minha camisa da sorte...
  
Onde estavas no dia 17 de dezembro de 2006?  Na casa da sogra, perto do Parcão! Lembro que a família assistia um pouco em casa, outro pouco no meio da multidão. Eu não consegui desgrudar da frente da TV. Por isso talvez tenha ficado tão apavorada quando Fernandão deu lugar ao Gabiru... Se bem que todos ficaram, né? Mas: ME PERDOA GABIRU?!
  
O que esperas do Internacional em 2014? Como disse antes, sou uma otimista irrecuperável... Acredito que temos todas as chances de conquistar o tetra! Acredito que a tragédia acontecida em junho, possa ser a motivação que nos faltava, pode ser o ingrediente que supra as carências.
  
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Eu como torcedora, gosto de estar ao lado do meu time, apoiando, cantando, vibrando e sempre acreditando! Isso não quer dizer que não veja o que acontece de errado, mas é igual a filho, podemos saber e tentar corrigir os erros, ajudar, mas não precisamos externar sempre, por isso, gosto de apoiar os 90 minutos e depois se tiver que reclamar, aí sim, reclamo.
Espero que este retorno ao Brasileirão nos permita fazer festa na nossa casa! Que possamos matar a saudade comemorando vitórias e conquistando títulos! Vamo, vamo Inter!!!!



Entrevista feita pela Luciana Lima 



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