Nando Rocha

Fernando Rocha 




Nome: Fernando Rocha    
   
Profissão: Gestor de Marketing

Uma Palavra: dedicação

Uma lembrança de infância: Inter da década de 90

O que gostas de fazer nas horas vagas? Estar com a família, amigos e me atualizar das redes sociais

Um Livro: o Monge e o Executivo

Que tipo de música toca no som do carro? Rock

Um lugar Inesquecível: Beira-Rio

Um sonho: ter capacidade emocional e estrutural de criar com educação e amor a minha filha

Arrepende-se de algo? Os erros que cometi ficaram de lição. Por ter aprendido com isso, não chego a me arrepender absolutamente.

Família (defina): é o suporte emocional, que te dá força, equilíbrio, motivação, inspiração, caráter.



Amigos (defina): irmãos que escolhemos, que a vida nos proporcionou, que aprendemos a respeitar, admirar e torcer mutuamente.

Uma triste lembrança: a passagem recente do nosso eterno capitão Fernandão

Uma pessoa que julgas incrível: esportivamente, Fernando Carvalho. Foi quem concebeu essa nova fase vencedora do Inter, com convicção, trabalho e, por quê não, estrela.



Como é a sua ligação com o Internacional? Sou colorado por genética. Meu avô é colorado, meu pai é fanático. Cresci apaixonado por este clube, embora o período fosse negro. Fui forjado na década de 90, tendo como ídolos Mazinho Loyola, Fabiano, Christian, Sandoval. Batismo de fogo e prova irrefutável da minha – e de todos colorados que passaram ilesos por essa década – paixão por este clube. Hoje, me sinto cada vez mais colorado, no entanto, com menos ludicidade e mais esclarecimento, o que me torna, naturalmente, mais crítico, também.

Um jogo inesquecível: 1º jogo da Final da Libertadores de 2006: São Paulo 1 x 2 Internacional

Um lance ou gol inesquecível: o gol de Adriano Gabiru, contra o Barcelona.

Um ídolo no futebol: D’Alessandro


Como é o Fernando torcedor dentro do estádio, tens algum ritual?  Pra falar a verdade, amo o Beira-Rio, amo estar no Gigante, mas prefiro ver os jogos em silêncio e concentrado, sem muita gritaria, bagunça. No Beira-Rio, o ritual é rever amigos, desfrutar da sua beleza única e amor pelo colorado.



Conta uma história que julgas interessante da tua trajetória como torcedor: uma recente que ainda me emociona foi ter levado o meu avô de 90 anos no Estádio, 45 anos depois da última vez que havia ido, em 1969.



Participas de alguma torcida organizada? Não participo e nunca participei.

Onde estavas no dia 17 de dezembro de 2006? Morava, na época, com meus pais. Reunimos alguns poucos amigos em casa para ver o jogo. Eu não tinha muita expectativa de vitória, mas passei as três noites que antecediam o jogo, sem dormir. Foi uma manhã magnífica!

O que esperas do Internacional em 2014? Espero, antes de mais nada, que não cometa os mesmos erros dos últimos três anos. Que possamos, enfim, conquistar um título nacional e recobrar a grandeza que reconquistamos até 2010.




Deixe um recado aos leitores do site / fan Page  Bar Colorado


Tenho um carinho especial pelo Bar Colorado. Nos primórdios dessa ideia, participava ativamente das interações no twitter, 2º semestre de 2010, 1º semestre de 2011. Que seja, como sempre foi, um espaço de interatividade, carinho pelo clube, conhecimento de novas concepções e novos amigos colorados. 



Entrevista feita pela Luciana Lima

Comentários